sábado, 4 de dezembro de 2010

Um dos maiores "vexames" de minha adolescência cinéfila.

       
Cinefilia - bem que isso poderia ser o nome de uma doença. Não! - imagina a cena: (O cara e uma garota se apresentam) _Eu espero que você não repare, mais eu sou hemofílica. _Nada! De boa! Eu sou cinéfilo. _Ô! Demorô!
       De fato os cineastas brisam legal nessa de criar mundos que não existem para agradar a nós cinéfilos. Spilberg então nem se fala. Eu, de mim já estou convencido que fui um cinéfilo precoce, e um adolescente retardatário. Na última, eu ainda estava imprecionado com os "Transformers", quando passei em frente há uma loja e vi na vitrine uma máquina Dolce Gusto. (Aquela cafeterinha da nestlê, com uma bolinha vermelha em cima de uma bola maior que parece um roborzinho corcunda, que não para de olhar pra gente). Eu entrei na loja. Agarrei na cabecinha da máquina com as duas mãos; e disse com bastante veemência:_ Vamos! Diga logo onde estar Mecatron! Insisti mais de uma vez. "O roborzinho" Dolce Gusto nada respondeu. Mais eu ainda acho que aquilo não é só uma máquina de fazer café. Eles pensam o quê? Que eu sou uma anta? Tudo bem. Eu sou uma anta. Mais o Spilberg deve concordar comigo.
 (Se você se divertiu com esta postagem, deixe-me o seu comentário. Em seguida eu, Obede Simão, deixarei um comentário sobre o seu comentário) Obrigado!

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